Como Foi o Show do Dreamcatcher em Lisboa

Dreamcatcher Fly High Europe Tour in Lisbon

No dia 16, tive a oportunidade de ir ao show e ao fansign do Dreamcatcher aqui em Lisboa, parte da turnê européia “Fly High”. O evento, realizado no Lisboa Ao Vivo e produzido pela MyMusicTaste, contou também com um hi touch do qual não participei.

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Assistindo a um Evento de Covers de Kpop

grupo cover de kpop warzone

No início de julho aconteceu a final do KDT, uma competição de covers de Kpop, e que eu tive o prazer de assistir graças à Ingrid <3. Embora ele tenha acontecido há quase dois meses, a K.Ö Entertainment só postou os vídeos esses dias, então vamos lá.

Até pouco tempo atrás, eu não fazia ideia de que a cena cover era tão prolífera no Brasil, portanto, foi a primeira vez que fui em um evento do tipo. Posso admitir que eu tinha até um certo preconceito – pensava que os covers todos eram umas tosqueiras feitas entre amigos, sem qualquer pretensão. ESTAVA EU REDONDAMENTE ENGANADA. Como falei, a Ingrid, maravilhosa, me mostrou alguns covers primeiro online, e depois me levou para o KDT, onde definitivamente mudei minha percepção sobre o assunto, assim como mudei sobre tantas outras coisas desde que conheci o Kpop.

Fazer um cover de qualquer coisa que seja e expor para todo mundo ver é ter uma coragem enorme. Assistir a esse processo foi uma experiência que me fez admirar muito todos os participantes. O KDT também me lembrou de uma das coisas mais interessantes em um fandom: a criação externa a ele. Afinal, os idols continuam distantes, nosso grupo favorito pode dar disband amanhã, mas as amizades e tudo o que produzimos ficam, e são essas coisas que fazem toda a diferença.

Agora, vamos ao que interessa: a review de uma pessoa quase leiga no assunto e alguns dos momentos que eu mais gostei/fiquei impressionada/virei stan:

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O Feminismo das Brown Eyed Girls

[Texto originalmente publicado no Headcanons]

Mesmo fazendo parte de uma cultura totalmente diferente, girl groups no Kpop sofrem da típica dicotomia que julga mulheres de acordo com o quanto elas se encaixam em “putas” ou “santas”. Ou é conceito aegyo, ou é conceito sexy. Ou é lado red, ou é lado velvet. Até as tentativas que supostamente deveriam empoderar são muitas vezes mais um clickbait do que uma mensagem efetiva. E, previsivelmente, a grande maioria desses conceitos é bem rasa, valendo-se apenas de agradar os olhos (e às vezes os ouvidos). Esse assunto dá todo um outro post, mas em alguns poucos grupos vejo o destaque se voltar para as mulheres e um produto que contesta e desafia ao invés de só agradar e aceitar.

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Como foi o show do KARD em SP

Ontem tive o prazer de ver os brasileiros do KARD no segundo show deles em São Paulo. Depois da maior turnê que um grupo não debutado já fez (cadê Guinness Records?), essa foi a última parada antes deles voltarem pra Coreia e finalmente debutarem dia 19 com mais um tropical house. Podiam ter lançado antes de virem pro Brasil, né? Mas ok, não é como se eles não tivessem repertório…

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