[TEORIA] All The Things LOONA Didn’t Say • Chuu

Ao contrário da independência debochada de sua companheira de unit, Chuu é praticamente um emoji pegajoso. E da mesma forma que os emojis emulam símbolos, ações e sentimentos de nossas vidas, Chuu tenta à todo custo emular Yves:

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Atendendo a Pedidos: Uma Análise de f(x) – “Rum Pum Pum Pum”

Como já diz o título, fui solicitada (ou desafiada) pelo Dog querido a analisar “Rum Pum Pum Pum”, oitavo single do f(x), o girlgroup alternativo da SM Entertainment.

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Em Busca do Eu com Seventeen • Performance Team

Decidi analisar os dois últimos singles do Performance Team do Seventeen, “My I”, da China line, e “Lilili Yabbay”. Primeiramente porque gostei bastante de ambas, e depois porque percebi uma conexão entre elas muito interessante. As músicas fazem parte do “2017 Seventeen Project”, que é, como diz o nome, a reunião de todos os releases do grupo durante o ano:

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[TEORIA] All The Things LOONA Didn’t Say • Odd Eye Circle | Girl Front

Um nome gramaticalmente errado, mas que esteticamente funciona: ODD – três luas, uma atrás da outra; EYE CIRCLE – como o brilho de um eclipse no olho de cada uma delas. Estranho, mas é esse o propósito. A segunda subunit do LOOΠΔ continua a carregar um dos projetos mais interessantes que já vi na música.

 

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O Universo do EXO e seus Desdobramentos: Analisando “Power”

Terça passada o EXO finalmente fez seu comeback com “Power”, e como eu mencionei no meu post pré-lançamento, a SM nos deu um quebra-cabeça muito interessante. Ao contrário do que li por aí, se analisado com atenção, “Power” se mostra uma peça importante para conectar partes do universo do EXO que até então pareciam perdidas.

Ainda no meu post passado, comentei que achava que a história do EXO não seguia uma ordem linear. “Power” confirma essa suspeita. É também uma jogada bem esperta – isso dá margem para a SM mudar o que quiser, quando quiser, e não se sentir obrigada a dar respostas (não que fosse muito diferente caso ela seguisse uma história linear, mas né). Vamos ao que interessa:

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O Feminismo das Brown Eyed Girls

[Texto originalmente publicado no Headcanons]

Mesmo fazendo parte de uma cultura totalmente diferente, girl groups no Kpop sofrem da típica dicotomia que julga mulheres de acordo com o quanto elas se encaixam em “putas” ou “santas”. Ou é conceito aegyo, ou é conceito sexy. Ou é lado red, ou é lado velvet. Até as tentativas que supostamente deveriam empoderar são muitas vezes mais um clickbait do que uma mensagem efetiva. E, previsivelmente, a grande maioria desses conceitos é bem rasa, valendo-se apenas de agradar os olhos (e às vezes os ouvidos). Esse assunto dá todo um outro post, mas em alguns poucos grupos vejo o destaque se voltar para as mulheres e um produto que contesta e desafia ao invés de só agradar e aceitar.

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